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Concurso da Camiseteria


Aqui no blog, já falei das estampas bacanérrimas para camisetas da Camiseteria, além dos concursos de melhor estamparia que o site promove, dos prêmios e da gratificação de ver sua estampa sendo vendida pelo site.

Pois a Camiseteria lançou, desta vez em parceria com a All Star, uma disputa bem legal: a melhor estampa leva R$ 2.000,00 e 12 pares de tênis All Star Converse, 1 por mês, sendo um dos tênis com a estampa vencedora.

Os desenhos devem ser enviados até 3 de novembro de 2009 para a Camiseteria (www.camiseteria.com/artcollabs). O agraciado será anunciado em dezembro. Boa sorte!

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As Estampas Vanguardistas da Marimekko


Rendeiras, adoro sites de estamparias e tecidos. Estas páginas dão ótimas idéias para scrapbooks, ilustração de estampas, colagens,... Já produzi vários convites e estampas de camisetas a partir de desenhos encontrados nestes sites.

Pois aqui vai mais um. Em 1949, a Marimekko, uma empresa finlandesa de estamparia, foi criada por Viljo Ratia a partir de uma companhia de impressão em tecidos chamada Printex. Sua esposa Armi Ratia, vanguardista e super animada com a empresa, contratou artistas jovens e criativos para projetarem estampas coloridas, modeladas e diferentes do que se encontravam na época.

Mas Armi não queria apenas vender tecidos. Contratou uma estilista e, em 1951, lançou a primeira coleção de roupas da Marimekko, e não parou mais.

60 anos depois, A Marimekko possui 23 lojas na Finlândia e filiais em Estocolmo, Suécia, Frankfurt e Londres. Além disso, ainda oferece acessórios e produtos de decoração de interiores cheios de design e estilo.

Rendeiras, até a Avon já entrou nas estampas da Marimekko, adotando as ilustrações do estilista Unikko. Não se lembram do blush e do rímel? Pois saibam que além de estampas destas maquiagens, já foram também as padronagens de cortinas para banheiro, capa de livro, pintura de fusquinha, capa de almofada, estampas para a rede H&M, entre outros produtos. Isto que é reaproveitamento...


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A História do Desenho Têxtil no Mulhouse


Em 1833, fabricantes têxteis franceses formaram uma sociedade industrial conhecida como "Societé Industrielle". Nesta sociedade, decidiram arquivar os desenhos que eles produziam, além de ilustrações de outros países. Ou seja, criaram a primeira coleção de tecidos impressos do mundo. O objetivo original desta coleção de estampas era inspirar artistas e desenhistas da época, estimulando a criação de novos modelos e diferentes estilos.

Sudeste da Índia, fim do século XIX, seda

Em 1880, para alojar uma parte das coleções, criou-se o Museu de Impressão ou Mulhouse. Hoje, o Museu comporta mais de 3 milhões de amostras de ilustrações, além de 50.000 amostras têxteis que contam a história do desenho, do século XVIII ao XXI.

Nantes, 1790, algodão

Eis a missão do Museu: “Conservar a história e a prática de tecidos impressos e compartilhar todas as suas aquisições com o máximo de interessados”.

Koechlin & Cie, 1866, desenho de moda

O Museu ainda oferece serviços variados ao público, como exposições, publicações, manifestações de técnicas de impressão à máquina, oficinas criativas para crianças e adultos, além de visitas guiadas em alemão, inglês, francês ou italiano.
Rendeiras, de 13 de Novembro de 2009 a 16 de Outubro de 2010, acontecerá a exposição Dream of Cashmere, Cashmeres of Dream, apresentando desenhos impressos, de épocas variadas e em diferentes tecidos, coletados por Christian Lacroix.
O Museu já disponibilizou algumas amostras no site. Sinceramente, são estampas para reis e rainhas, tamanha a riqueza dos detalhes. Vale a pena dar uma conferida no site todo.

Ilustração de Christian Lacroix

Musée de l'Impression sur Etoffes 14, rue Jean-Jacques Henner - BP 1468 – 68072, MULHOUSE
Tél : 33 (0)3 89 46 83 00 - Fax : 03 89 46 83 10 E-mail : accueil@musee-impression.com



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As Estampas do Camiseteria


O Camiseteria é a última palavra em democracia fashionista. Os clientes e usuários fazem as estampas que serão vendidas neste site. Basta tornar-se um membro da comunidade e enviar seus desenhos que serão votados por outros membros. As melhores ilustrações serão transformadas em camisetas de alta qualidade e acabamento. O contemplado terá seu trabalho divulgado pelo site, além de ganhar uma quantia em créditos para compra de produtos no Camiseteria.



O Camiseteria permite que qualquer um crie suas estampas, participe da competição permanente e escolha os melhores produtos. Assim, o site assegura que os produtos produzidos reflitam o gosto e as tendências de seus consumidores. Nunca será produzida uma camiseta que não tenha sido aceita pelo seu público.



Os membros são recompensados por qualquer atividade que ajude a desenvolver o site. É premiado quem cria estampas, ou quem envia fotos, ou quem ajuda a divulgar o site. Desta forma todos saem ganhando e experimentam uma navegação mais participativa.




Rendeiras, gosto muito deste site, tanto como admiradora das ilustrações, quanto cliente do Camiseteria. Achei as estampas abaixo divertidíssimas.




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A Elegância do Tweed


Tweed é um tecido feito de fibras de lã ou de sua mistura com outras fibras (algodão, seda,...) ou outros filamentos (poliamida, acrílico, poliéster,...), apresentando um aspecto artesanal, rústico, de textura áspera e grossa, mas quando bem trabalhada pode ficar bem mais fininha. Há vários tipos de padronagem de tweed, com diferentes cores.



O tweed é um clássico e um dos ícones de Coco Chanel, mas que, a cada inverno, sempre volta repaginado e com força total. Tem um ar de elegância e é sempre uma peça chave no armário, no caso de uma saída em que precise se vestir de forma mais sofisticada.




O paletó é a peça que tem preferência quando se fala em tweed, e sua sisudez ganha jovialidade quando combinado com calça jeans. Com uma camiseta por baixo do paletó e um par de sapatilhas, o look fica super atual.



Rendeiras, encontrei este tweed 60% poliamida, 40% lã. Resolvi fazer uma jaqueta com forma bem sequinha para minha mãe. Com calça e sapatilha pretas, ficou uma produção bem elegante e perfeita para quem já passou dos 60 anos.




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A História do Bordado


Bordado é a arte de ornamentar os tecidos com fios diferentes, formando desenhos. Esse trabalho executa-se à mão ou à máquina, com agulhas de várias grossuras e feitios, inclusive as de gancho ou crochê. Os fios empregados para bordar podem ser os mais variados: algodão, seda, linho, ráfia, ouro e prata, e ainda de fibra sintética, náilon, acrílico e celofane. O bordado, além dos fios, complementa-se com outros elementos que vão de materiais preciosos, como ouro, prata, pérolas, pedras preciosas, lantejoulas e canutilhos, até os mais rústicos, como sementes, conchinhas, palha, contas de vidro ou de madeira etc. O bordado pode ser plano ou em relevo, que por vezes o torna semelhante a uma escultura.

Nas civilizações antigas que se desenvolveram às margens do Eufrates, a arte do bordado foi muito cultivada. Nos monumentos da Grécia antiga, aparecem figuras com túnicas bordadas.

Cópia romana de original grego, 50 a.C. – 50 d.C. Traje grego mais sofisticado. A Roupa e a Moda, James Laver, Editora Companhia Das Letras.

Porém, foi a partir do século VII que o interesse pelo bordado se tornou sistemático no Ocidente. Nos séculos seguintes, sua prática intensificou-se, a ponto de abadias e mosteiros se transformarem em verdadeiras oficinas de artesanato. As rainhas e suas damas também se dedicavam ao bordado. Em breve apareceram armas, brasões, escudos e pendões bordados a cores e em ouro e prata. No século XVI, difundiu-se o costume de bordar cenas semelhantes a pinturas, reproduzindo temas religiosos e históricos.

Na Renascença, o bordado assumiu a condição de artesanato puramente decorativo. Já então não se limitava a ornamentar as vestes religiosas e civis: seu uso estendeu-se à decoração de interiores, em tapeçaria, estofos para móveis, reposteiros, etc. No século XVII, começaram a bordar as toalhas de mesa e, no século XVIII, as roupas íntimas, aparecendo assim o bordado a branco.

Francisco I da França; início do século XVI e Madalena, duquesa de Neuburg; início do século XVII. A Roupa e a Moda, James Laver, Editora Companhia Das Letras.

Em 1821, um operário francês inventou a primeira máquina de bordar. Com seu aperfeiçoamento e sua multiplicação, o século XIX conheceu o declínio do bordado. Porém, já no final do século, surge o movimento "Arts and Crafts" ("Artes e Ofícios") e, nas mãos de William Morris, a arte de bordar é revitalizada.

No início do século XX, apesar de ser possível a reprodução mecânica de todos os tipos de bordados, certos gêneros caíram em desuso e ocorreu um fenômeno de revalorização dos bordados manuais que se tornaram símbolos de alto nível social.

Abrigo de noite para ida ao teatro, 1900 - 1903. Moda – Desde el Siglo XVIII al Siglo XX, Instituto de la Indumentaria de Kioto, Editora Taschen.

Até a década de 1950, inclusive, era costume o uso de peças bordadas em branco sobre branco: lençóis, toalhas de mesa e lenços. A partir da décadas de 60 e 70, o uso de materiais alternativos, pesquisas de novas fibras para tecidos e tendências extravagantes ou ecológicas da moda fizeram com que, periodicamente, surgissem peças de vestuário feminino em tecido ou tricô bordados com aplicações de conchinhas, miçangas, sementes, plaquinhas de metal etc. Tais fenômenos atestam a vitalidade e a capacidade de renovação da arte de bordar no século XX.

Paco Rabanne, 1969 e Thea Porter, 1970. Moda – Desde el Siglo XVIII al Siglo XX, Instituto de la Indumentaria de Kioto, Editora Taschen.

Hoje, o bordado é a principal atividade artesanal em 75% dos municípios brasileiros. Com as cooperativas de bordadeiras, mulheres passaram a sustentar suas famílias, chegando a ter seus trabalhos exportados.

Rendeiras, eis duas pérolas na forma de livros de bordados, ambos comprados na Livraria Saraiva:


Guia Essencial de Bordados de Betty Barnden, Editora Lisma. Este livro inclui mais de 200 bordados, desde os pontos de cruz e de cadeia até os de aplicação de ornamentos e de enchimento. Os pontos estão apresentados de acordo com a sua utilização e estão explicados com fotografias e esquemas. Este é praticamente um livro de cabeceira para mim. A maioria dos meus bordados fora feito a partir das orientações de Betty.



La Indumentaria Tradicional em Detalle, Editora GG moda. Este livro mostra a excepcional variedade de peças de vestuário existentes no Victoria and Albert Museum. Trajes de vários países e de épocas diferentes têm suas técnicas de bordados, seus tecidos e modalagem analisados. Um livro fantástico.


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Você conhece a COLOURlovers™ ?


COLOURlovers é um recurso que monitora e influencia as tendências de cores. Para todos aqueles que, de alguma forma, mexem com cores, a COLOURlovers ajuda em campanhas publicitárias, projetos de design de produtos, em trabalhos de arquitetura que precise verificar uma infinidade de cores, para comparar paletas de cores, para tirar dúvidas através de comentários e para ler artigos e entrevistas que estejam relacionados às cores.

É uma ferramenta para desenhistas, designers gráficos, arquitetos e artistas de todos os tipos que trabalharam com cores, de forma a encontrar rapidamente o que é importante e o que não é. Este site permite que qualquer um encontre sua inspiração, procurando, classificando e filtrando as cores de interesse ou simplesmente criando e compartilhando suas obras.

COLOURlovers permite experimentar as mais variadas combinações de cores, criando palhetas personalizadas que facilitam na hora de criar uma estampa, um design, uma padronagem. Mas cuidado, pois é viciante e o tempo parece não passar!
Há 220.008 registrados que compartilham 2.062.648 cores em 882.757 palhetas. Os membros avaliaram as Cores & Palhetas 4.092.911 vezes, deixaram 1.809.793 comentários e criaram 537.556 padrões.

Basta clicar no button e acessar este recurso fantástico:

COLOURLovers  Fight for love in the color revolution

Com ajuda do COLOURlovers, também estampei um tecido de cambraia 100% linho. Resolvi fazer um vestido bem delicado. Rendeiras, agora é só passear no parque, num domingo ensolarado, com minha roupa nova.




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Sedas On Line na G.J. Tecidos


Rendeiras, tenho grande dificuldade para encontrar tecidos 100% seda no Rio de Janeiro. E quando encontro, as cores são sempre branco ou pérola. Parece que seda é um privilégio de noivas e debutantes. Então eu descobri, em São Paulo, a G.J. Tecidos que tem 66 anos de experiência no mercado de tecidos finos nacionais e importados. E não preciso ir até Sampa para fazer as minhas comprinhas, pois toda a loja está à venda pela internet, em um site 100% seguro.

Chiffons, cetins, georgettes, shantungs, rendas, zibelines e tafetás de seda em cores lindíssimas. Aliás, encontrei um cetim com um tom de uva maravilhoso e não resisti. Tinha de ser meu.

Estou apaixonada pelo site, pelos tecidos, pelas cores. Rendeiras, vale a pena conferir e se cadastrar para receber lançamentos e promoções desta loja de tecidos on line que é muito bacana.

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A Riqueza do Trabalho Indiano

A origem da estamparia na Índia é datada de 2000 anos antes do nascimento de Cristo. De geração em geração, os artesãos indianos têm transmitido os segredos da estamparia aos seus descendentes, não deixando a arte ser esquecida. E assim, as exóticas estampas indianas começaram a chegar à Europa, por volta do séc XVII, graças à Companhia das Índias, revolucionando a estamparia do Ocidente.
Não tenho vergonha de dizer que adoro assistir novela. Sou noveleira com gosto. E, para ser mais sincera, adoro Caminho das Índias. E mais sincera ainda, acho os saris lindíssimos. Não pelo modo de vestir aqueles 6 metros de pano enrolado no corpo, mas pelo tecido, pela padronagem, pelo bordado, pelas cores. Adoraria fazer um vestido ou uma blusa com um sari. Cortaria sem pena nenhuma. E vamos combinar que os indianos conseguem harmonizar as cores mais absurdas já vistas.
Há um site chamado Indianatirre que vende as padronagens mais sofisticadas de sari, salwar (conjunto de bata e calça) e choli (top que fica por baixo do sari). As pinturas são feitas à mão livre e os desenhos são bordados. Um trabalho magnífico que merece ser admirado.




Ainda sobre trabalhos indianos, o site Exoticindia Art é um verdadeiro mercado indiano. Tem de tudo: jóias (lindíssimas, exageradas e de ouro puro), sedas, livros, esculturas e pinturas. Estas, aliás, são ótimas. São motivos indianos, impressos em tecidos, tapetes e papéis.
Rendeiras, o trabalho artistico indiano é de uma beleza descomunal.

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As Estampas da Volksfaden

Já deu para notar, aqui no blog, que eu gosto de uma estampa. Depois de Robert Kaufman, aqui vai outro site bem bacana com dezenas de estampas. A Volksfaden é uma empresa alemã, localizada em Berlim, fundada por Linda Gaylord. O site é muito divertido, principalmente ao se abrir, pois aparecem figuras do cotidiano, em preto e branco e com colagens coloridas dos tecidos vendidos pela empresa.

Já usei várias estampas da Volksfaden, montando scrapbooks, como plano de fundo em trabalhos no photoshop, como plano de fundo em blogs, ...
As ilustrações são bem contemporâneas. Um exemplo é a Down Under com suas bonequinhas, galinhas, flores e cogumelos impressos em tecidos orgânicos. A Tula Pink vem com ótimas estampas da década de 70 (que eu ADORO), bem lisérgicas e com uma cara de patchwork.
Rendeiras, vale a pena apreciar as estampas.


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